O Valor dos pequenos gestos

Aonde foi parar a empatia?

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Marcia Zarur
Notícias, Olhar Brasilia
25/07/19 17:03

Esses dias um amigo compartilhou nas redes sociais a campanha do Metrô de São Paulo que pede: deixe a esquerda livre. Se você vai ficar parado na escada rolante, fique do lado direito e deixe a circulação desimpedida para quem está com pressa. É uma prática comum em quase todos os lugares do mundo, seja nas pistas de carros, seja na escadas ou esteiras rolantes.

Mas no Brasil pouca gente sabe ou segue isso. Que pena! Cada vez mais valorizo os pequenos sinais de civilidade. O bom dia de estranhos pela manhã, que fica ainda melhor acompanhado de um sorriso; esperar as pessoas saírem primeiro do elevador ou do vagão antes de entrar afoitamente; dar passagem; dar preferência aos mais velhos; respeitar as prioridades; não furar fila…

Pra você essa lista parece óbvia?! Pois não é para a maioria das pessoas no Brasil de hoje, onde impera a prática de “levar a melhor” em tudo. O detalhe é que, no fim das contas, todos perdem. E pra mim esse desrespeito pode ser resumido em três palavras: falta de educação!

Fico perplexa, me perguntando aonde foi parar a empatia – aquele exercício básico de se colocar no lugar do outro. Isso muda tudo. Faz que com que sejamos mais delicados, amáveis e tolerantes. E a frase é clichê, mas se encaixa perfeitamente aqui: gentileza gera gentileza.

Então compartilho aqui o meu desejo: que as pessoas estejam mais atentas aos pequenos gestos. Uma mudança de comportamento, que de início pode parecer acanhada, certamente vai fazer a diferença.

Que a gente possa encher o mundo de bons exemplos diários de educação para produzir uma onda de bom humor e alegria, porque precisamos alimentar sempre a esperança de dias melhores. E um ótimo começo é fazer a nossa parte, mesmo que ela pareça bem pequenininha perto de tudo.

 

 

Revista Evoke

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