Entenda a importância da atividade física durante o inverno

Um estudo recente apontou que o sedentarismo está ligado ao agravamento de doenças

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Revista Evoke
Bem Estar, Fitness
29/06/20 18:15

O inverno chegou e com ele os dias mais secos do ano. Nesta época, muitos praticantes de atividade física sentem uma grande diferença no desempenho e relatam certo desconforto. É durante o inverno também que aparecem as famosas “ites”, além de gripes e resfriados.

Segundo Naim Carlos, personal trainer especialista em emagrecimento e qualidade de vida da Evolve Gymbox, isso ocorre porque as pessoas tendem a se aglomerar em ambientes fechados para se proteger do frio, aumentando a exposição a agentes causadores dessas doenças. “É muito importante redobrar os cuidados nesta época do ano. Além de uma boa alimentação e boas horas de sono de qualidade, praticar exercícios físicos podem potencializar a imunidade”, explica.

Ele reforça que em tempos de pandemia, a situação é ainda mais delicada, visto que as academias permanecem com as portas fechadas e muita gente não tem se dedicado a cuidar do corpo. “Estudos científicos apontam uma menor prevalência dessas doenças naqueles indivíduos que praticam exercícios aeróbicos de moderada intensidade”, pondera.

Para Carlos, esse tipo de treino aumenta a capacidade cardiorrespiratória do praticante e parece melhorar o recrutamento de anticorpos especificamente para os órgãos que compõem o trato respiratório. O profissional acrescenta que isso implica, na prática, que há necessidade de um treino prescrito que faça o aluno evoluir, ou seja, somente caminhar não trará benefícios a longo prazo, pois o corpo se adapta muito rápido a tal estímulo.

Atividade física x Coronavírus

Recentemente, um grupo de pesquisadores de diferentes universidades federais do país começou uma pesquisa para avaliar se a falta de atividade física está relacionada à intensidade dos sintomas do novo Coronavírus. A equipe, composta por cientistas do Incor, UFMG, UERJ e UFRS, iniciou o estudo após uma publicação da Universidade Stanford, na Revista científica Cell.

A análise mostrou que a prática de atividade regular modifica mais de nove mil moléculas do nosso organismo, várias dessas moléculas ligadas ao sistema imunológico.

 

 

 

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