O ERP não é um projeto único. Uma vez implementado, o sistema permanece — ele acompanha a empresa e exige manutenção regular — porque, sem ela, pode causar problemas.
Como evitar isso? Planeje logo no início da fase de implementação quem será responsável pela manutenção, atualizações e desenvolvimento do sistema. Defina procedimentos para relatar problemas e quem gerenciará o acesso e as permissões. Um sistema ERP que funciona bem requer cuidados contínuos — como qualquer elemento-chave do negócio.
Não utilizar o sistema em todo o seu potencial – Algumas empresas implementam um sistema e usam apenas 30% de sua funcionalidade. O restante fica parado porque ninguém tem tempo para se aprofundar nele.
Como evitar isso? Faça um inventário das capacidades do sistema: o que ele pode fazer, o que você já usa e o que pode dar mais suporte ao seu negócio. Revise isso regularmente – um sistema ERP pode ser uma ótima ferramenta para otimizar processos futuros, se tiver a oportunidade. Às vezes, um único novo recurso pode economizar horas de trabalho por semana.
Uma transição muito rápida para um novo sistema (o chamado big bang) – Às vezes, as empresas decidem “pular” de um sistema legado para um ERP da noite para o dia. Migração de dados na primeira semana, treinamento na segunda, e pronto. Mas, de repente, nada funciona, as pessoas se perdem e a empresa perde a fluidez operacional.
Como evitar isso? Em vez de implementar tudo de uma vez, considere uma abordagem em fases. Comece com um departamento, processo-chave ou funcionalidade selecionada. A implementação em parcelas lhe dá tempo para se familiarizar com o sistema, identificar erros e refinar sua funcionalidade — sem o risco de tudo parar de uma vez.