Um convite ao toque, ao olhar e à dança

Grupo Psoas e Pssoinhas leva espetáculo “Amana - Dança para Bebês” a várias localidades do DF

Revista Evoke
Entretenimento, Kids
09/03/18 16:08

O espetáculo “Amana – Dança para Bebês” volta a se apresentar em Brasília, desta vez com um projeto de circulação que vai abranger duas regiões administrativas – Gama e Ceilândia -, além do Plano Piloto e Vila Planalto, incluindo o Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV). Com o patrocínio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura, a primeira apresentação será no dia 17 de março, às 16h, no espaço Cena (205 Norte), como parte da programação do I Encontro Internacional de Práticas Somáticas e Dança. A entrada é franca. Após concluir as atividades na capital federal, será a vez de Pirenópolis e São Paulo receber a temporada.

No palco, Julia Ferrari, Julieta Zarza, Katiane Negrão e Susana Prado, intérpretes criadoras do espetáculo, recorrem à música, aos gestos, sons e movimentos para criarem vínculo com os bebês. Para isso, buscaram referências na Educação Somática e na ancestralidade das mulheres em cena. O toque/afeto é a essência desta proposta e a técnica de Contato Improvisação também norteia o trabalho, que se encerra com um convite à “Baby jam”, uma dança com os bebês e seus acompanhantes.

 

 

 

Amana é uma palavra tupi-guarani que significa água que vem do céu. O espetáculo de dança para e com bebês de zero a três anos, com som ao vivo, traz um pouco de nossa ancestralidade, das gotinhas de nosso mar interno às gotas que somos neste universo de possibilidades.

Acessibilidade:

Sendo um espetáculo sensorial direcionado para bebês, sem linguagem verbal, que se expressa pelo corpo e voz, movimento e som, também por meio de instrumentos musicais e elementos naturais como a água, é acessível a todos, já que a linguagem é universal. Mas para atender melhor alguns grupos de necessidades especiais, o projeto “Circulação Amana – Dança para Bebês” vai atender mães, pais ou responsáveis com deficiência auditiva e seus bebês.

 

 

 

Em todas as cidades haverá, em pelo menos uma das apresentações para público espontâneo, uma intérprete de libras que fará o receptivo para os responsáveis pelas crianças. O público será recebido com uma infraestrutura de fraldário, água e estacionamento para carrinhos. Também serão dadas todas as instruções para auxiliar os pais em relação ao comportamento de seus bebês durante o espetáculo (em caso de choro, necessidades fisiológicas, etc.).

Além disso, em Brasília – cidade sede do Grupo Psoas e Pssoinhas – haverá uma apresentação direcionada aos pequenos atendidos pelo Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV). A ação inclui apresentação e uma “Baby jam”, encontro de dança entre os bebês e seus acompanhantes com os princípios da Educação Somática e do Contato Improvisação.

Espetáculo de vivência:

A expectativa é receber 25 crianças de zero a três anos, em cada apresentação. Dentro desse público principal está a díade (bebê e mãe ou outro responsável) ou tríade, (bebê e pais, ou outros responsáveis como avós, etc.), totalizando o máximo de 80 pessoas. Portanto, é um espetáculo que é pensado para todas as idades e, ao mesmo tempo, para que a vivência seja plena para o adulto é indispensável a presença dos bebês.

A “Baby jam” será um encontro de improviso em dança entre mães, pais ou qualquer outro responsável e seu bebê, com princípios do contato improvisação e da educação somática. Já as apresentações em creches serão direcionadas a 40 bebês por sessão, envolvendo educadoras, cuidadoras e coordenadoras. Ainda nas creches, serão realizadas uma oficina, contemplando 10 educadoras em cada.

 

 

Revista Evoke

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