CIE’s ajudam a nacionalizar o legado dos Jogos Rio 2016

Unidade de Franco da Rocha, no interior paulista, serve de referência para outros CIEs

Revista Evoke
Aventura, Bem Estar
08/02/18 09:09

Desde o início, os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 foram pensados de forma que seus legados não ficassem restritos à capital fluminense. Entre os projetos que visam à nacionalização das heranças dos megaeventos, os Centros de Iniciação ao Esporte (CIEs) se destacam pelo conceito de estender de norte a sul do país os impactos das Olimpíadas e das Paralimpíadas.

Localizado no bairro Parque Vitória, uma das áreas mais carentes da cidade, o CIE Franco da Rocha iniciou as atividades com aulas de basquete, vôlei, judô, taekwondo, futsal, handebol, ginástica, dança e balé. No início, o equipamento recebeu uma média de 750 a 900 alunos por mês, dependendo do período. Em 2017, foram agregados ginástica rítmica, tênis de mesa, ginástica artística, tênis, capoeira, jiu-jitsu, luta olímpica, ioga, pilates e muay-tai, o que trouxe centenas de novos frequentadores.

As aulas nos CIEs são gratuitas e os alunos podem praticar quantas modalidades quiserem. “Eu tive um ganho na qualidade de vida muito grande. Tinha dores nas costas e no quadril e depois do pilates e da ioga tudo melhorou muito”, afirma Selma Bueno, 58 anos, praticante de pilates e ioga.

Uberlândia (MG) se prepara para receber o mais novo Centro de Iniciação ao Esporte 100% paralímpico no próximo dia 20. “Nós temos um esporte paralímpico muito forte aqui”, explica Silvio Soares dos Santos, Secretário de Esportes de Uberlândia. A ideia é que o CIE paralímpico seja uma versão menor do Centro de Treinamento Paralímpico de São Paulo, o qual possui o mais bem estruturado equipamento para o esporte paralímpico no Brasil, lá treinam atletas da base ao alto rendimento em 15 modalidades paralímpicas.

 

 

Revista Evoke

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